quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Citação preconceituosa e infeliz de superintendente do MT/SP repercute no Maranhão







O preconceito e o achincalhe contra estado do Maranhão parece não ter fim, a mídia do sul e sudeste do Brasil com o apoio de colegas da mídia maranhense usam e abusam diariamente de imagens e textos de cunho pejorativo e negativo, bombardeando milhares de leitores com um panorama fantasioso, sensacionalista e prejudicial ao estado do Maranhão e a seu povo.

Os jornalistas maranhenses que participam desta campanha contra o estado, são justamente aqueles que estão em assessorias e comitês de campanha dos candidatos de oposição ao governo do Maranhão. É muito claro e logico que eles procedam deste modo, afinal seguem orientação de lideranças politicas que buscam o poder a qualquer custo, a tese de "quanto pior melhor" é o mantra destas lideranças, são abutres e agoureiros torcendo para que o pior aconteça, assim  hipoteticamente eles conseguem angariar votos e chegar ao poder.

Se não bastasse tudo isso, nesta quarta-feira (22), o Brasil e o Maranhão foram surpreendidos com mais uma reportagem preconceituosa do O Globo. quando o jornal fala sobre a Operação que flagrou trabalho infantil e análogo à escravidão em carvoarias de São Paulo, em um dos sub títulos do texto destaca a frase: Pedacinho do Maranhão em São Paulo, uma citação claramente preconceituosa, já que as carvoarias em questão estão localizadas no estado de São Paulo, e nenhum dos trabalhadores encontrados em situação de trabalho infantil e análogo à escravidão são maranhenses, portanto o caso nada tem a ver com o estado do Maranhão.

Pior ainda é que segundo o jornal, a infeliz frase foi pronunciada por Luiz Antônio de Medeiros, superintendente do Ministério do Trabalho em São Paulo, que acompanhou a operação, ele teria dito em entrevista que: "É um pedacinho do Maranhão dentro de São Paulo. É inadmissível existir trabalho escravo na periferia de São Paulo
O Sr. Luiz Antônio de Medeiros, foi no minimo infeliz e preconceituoso em sua frase, e coma responsabilidade do cargo que ocupa - superintendente do Ministério do Trabalho em São Paulo - deveria policiar sua fala e ser mais cauteloso naquilo que diz. 

O assunto vem repercutindo muito nas redes sociais durante todo o dia de hoje, para a jornalista maranhense Jacqueline Heluy  o preconceito é muito claro e injustificável.

  • Lucio Lobo Jr. Verdade Jacqueline Heluy, infelizmente o Maranhão é o maioe exportador de mão de obra para estes trabalhos! Quando secretário da Sedes que na época fizemos o primeiro Plano de combate contra esta pratica ! Infelizmente alguns politicos boicotarm o plano e ainda jogaram algumas ons comandadas por estrangeiros contra o estado! Mas, continuamos na luta amiga jornalista por um maranhão justo e ético! Seu irmão tem feito um execelente trabalho em relaçáo a este assunto! Trabalhamos juntos mas, estava com outra missão! Abraço!
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  • Djalma Britto Estou contigo e não abro. Maranhao, que terra boa, onde o poeta nasceu. Maranhão é minha terra, berço que Deus me deu, como diz a música. Orgulho-me de ser maranhense, mas ainda faltam muitos acertos.
  • Katia Regina Braga Concordo plenamente contigo .
  • Paulo Serra O Maranhão é uma terra muito boa, o que não presta são os governantes, mesmo aqueles que se dizem de esquerda. São os poderes (Executivo, Judiciário e Legislativo) que pouco fazem para melhorar as condições de vida da grande parcela da nossa sociedade. Se não houvesse tanta desigualdade social na nossa terra, certamente não estaríamos passando por isso.
  • Jacqueline Heluy Lucio Lobo Jr. e Djalma Britto o que me deixa indignada é a manipulação da informação para achincalhar o Maranhão. É o preconceito. Li várias vezes o texto e não vi um dado que justificasse essa declaração do funcionário do MT sobre o nosso estado e muito menos para o repórter destacar em negrito. Tentei entender e fui pesquisar o último relatório sobre trabalho escravo e o primeiro lugar é o Pará, em segundo Mato Grosso em terceiro Minas Gerais. E por que ele fazer referência com o Maranhão se as carvoarias estão em São Paulo??
  • Doriane Menezes Digno de levar um processo por achincalhar e denegrir um Estado que não deveria nem ter sido mencionado. Comentário preconceituoso e descabido de um funcionário que deveria unicamente fazer o seu trabalho. Cadê o MPE?
  • Paulo Serra Na minha opinião , a campanha que a mídia faz hoje, não é contras o Maranhão, mas contra um governo ou "família" que deixou o estado chegar a essa situação.
  • Jacqueline Heluy Leia a matéria que eu postei no link, Paulo Serra, é a ela que me refiro neste post e você vai entender e concordar, pois o preconceito foi descarado. Além do mais, imprensa séria não faz campanha contra ou a favor de ninguém, apenas deve relatar os fatos tal e qual acontecem. Foi isso que aprendi nos bancos da universidade.
  • Gilberto Lima Entendi o porque da citação "é um pedacinho do Maranhão em São Paulo". A explicação pode estar no parágrafo anterior: "E foram as evidências de que esses empreendimentos mantinham trabalhadores em condições precárias - semelhantes às encontradas em áreas distantes do interior do Norte e Nordeste do país - que levou à ação do Ministério do Trabalho". Explicado: o Maranhão é referência em trabalho escravo em carvoarias. Ou estou errado?
  • Jacqueline Heluy E por que "um pedacinho do Maranhão", Gilberto Lima?? O último relatório do Ministério do Trabalho (acabei de ler) aponta que o primeiro lugarem trabalho escravo é o Pará, em segundo o Mato Grosso em terceiro Minas Gerais. Talvez porque seja moda falar mal do Maranhão, não é??? rsrsrs
  • Gilberto Lima Acho que não é moda falar mal do Maranhão. Acontece que o Maranhão é um dos maiores exportadores de mão de obra para outros estados. Isso é fato. Esses estados podem ser campeões em trabalho escravo, mas utilizam maranhenses nesses 'campos de concentração'. Todas as semanas, saem dois ônibus dos municípios de Codó e São Mateus, lotados de maranhenses, em busca de sobrevivência no Sul e Sudeste. Muitos vão para essas carvoarias.
  • Jacqueline Heluy Pois então que o repórter contextualizasse isso com dados. Da forma solta que a frase foi jogada no texto, sem dados ou qualquer informação que justificasse o Maranhão ser inserido, foi clara manipulação e preconceito. Eu tenho certeza, Gilberto Lima quese você fizer uma análise crítica da notícia vai concordar comigo.
  • Jacqueline Heluy Lá na matéria não fala em maranhenses, fala que os trabalhadores escravizados eram de Minas Gerais e regiões vizinhas. Tá aí, basta ler o texto.
  • Abimael Costa O trabalho escravo nas carvoarias de São Paulo é culpa de Roseana ou de José Sarney?? com a palavra os jornalistas que militam nas assessorias e comitês de campanha dos muitos candidatos de oposição ao governo do Maranhão. Com uma visão limitada e míope, estes só conseguem ver os seus próprios interesses - o próprio umbigo - , sofrendo da síndrome de vira lata aceitam com naturalidade, aplaudem e até compartilham ações preconceituosas e descriminatórias contra o Maranhão, praticadas por colegas jornalistas que sequer conhecem o estado do Maranhão. Com sempre digo, para estes, infelizmente vale tudo pelo poder, o slogan é "quanto pior melhor", a eles interessa o caos total, só assim atingem seu objetivos. A campanha negativa com objetivo de criar uma imagem ruim do Maranhão foi encampada por maus maranhenses e pela mídia sulista. Concordo com a Jacqueline Heluy, sou contra o preconceito.https://www.facebook.com/paginaabimaelcosta
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  • Jacqueline Heluy Se o repórter de O Globo queria inserir o Maranhão no contexto da matéria sobre trabalho escravo em carvoarias de São Paulo, pois que colocasse dados na matéria que justificasse. Garanto que eu até compartilharia, mas da forma como está neste texto é preconceito e manipulação. É como eu disse: o maranhense que quiser ficar de cabeça baixa e aplaudir a imprensa sulista preconceituosa é uma opção.
  • Jacqueline Heluy Complementando: quem me chamou atenção para o preconceito da matéria de O Globo com o Maranhão foi uma jornalista amiga minha de Belo Horizonte que se manifestou contra aqui no FB. Até quem é de outros estados percebe o preconceito, só os maranhenses não.
  • Gilberto Lima Um fato: 28% DOS TRABALHADORES RESGATADOS DE CARVOARIAS SÃO MARANHENSES. Maioria de pessoas resgatadas do trabalho escravo são do Maranhão. 
    O Maranhão é um dos principais estados de origem dos trabalhadores resgatados em todo o país em trabalho escravo. A CPT (Comissão Pastoral da Terra) mostra que de 1995 a 2011 foram resgatadas 41,6 mil pessoas. Desses, a ONG (organização não governamental) Repórter Brasil estima que 28,31% são maranhenses.

    Em Vargem Grande, no interior estado, esses trabalhadores não são apenas números ou percentuais. Eles têm nome: José, Genival, Mateus, Sebastião, entre outros. A Agência Brasil e a TV Brasil visitaram dois povoados na zona rural da cidade, Riacho do Mel, com 68 famílias, e Pequi da Rampa, com 42. Em todas as casas, há algum morador, parente ou amigo próximo que deixou a comunidade para se submeter a péssimas condições de trabalho.

    As histórias se repetem. São a falta de oportunidade no povoado e a vontade de melhorar de vida que levam os trabalhadores a ir para estados como São Paulo, Pará, Mato Grosso e Goiás. Grande parte trabalhou e trabalha no corte da cana. Na maioria dos casos, antes de deixar as comunidades, eles sabem das longas jornadas e das dificuldades que encontrarão. Mas acreditam que o esforço dos anos fora é compensado pela geladeira, televisão ou moto - objetos mais cobiçados - que compram quando voltam.

    Na zona rural de Vargem Grande, as principais fontes de renda são a roça e o babaçu. Com o dinheiro que se ganha, não é possível comprar mais do que o necessário para viver e sustentar a família. Na cidade, também não há muita oferta de emprego, o município tem um dos 300 piores índices de Desenvolvimento Humano, ocupa a 5.293ª posição em um ranking de 5.565, segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. A renda por pessoa é R$ 165,37 por mês.

    “Na quinzena eu ganhava, em média, R$ 380, R$ 400. Aqui é dinheiro que eu não pegava nem no ano. Melhorou muito”, diz Genival Morais da Silva. Ele tem 30 anos e mora em Pequi da Rampa. Em 2007, passou nove meses em São Paulo, trabalhando no corte da cana. “Quando voltei, comprei uma motosserra, uma moto e uma geladeira. Aqui eu não ia conseguir”.

    Em São Paulo, Genival dividiu um quarto com quatro pessoas. Ele acordava às 2h para fazer comida e pegar o ônibus às 5h. Trabalhava até as 16h. Quando chegava ao barraco - como ele mesmo define - onde morava, ainda lavava a roupa e fazia o jantar. Desse tempo, ele guarda duas fotos, pelas quais pagou R$ 8. “As fotos são do dia 15 de agosto. Foi o dia em que o facão caiu da minha mão. Fazia muito frio, não consegui segurar”. Quando voltou para a comunidade, Silva casou-se e teve uma filha. Para ele, esse trabalho ficou para trás.

    Cada trabalhador que vai e volta com dinheiro acaba incentivando os demais. Foi assim na família de Maria Batista dos Reis, moradora de Riacho do Mel. Os três filhos passaram ou passam por essa experiência. Mateus Batista dos Reis é um deles. Trabalhou quatro anos no corte da cana, um ano como tratorista e dez meses como motorista, tudo na mesma usina em São Paulo. Voltou com R$ 35 mil. O dinheiro lhe deu uma casa, uma vendinha, dois açudes para pesca e um carro.

    “Eu tinha uns parentes que foram para lá e chegaram com algum dinheiro. A gente fica com aquela vontade de ir também e conseguir alguma coisa. Porque aqui não tem serviço, não tem emprego. Vamo pra lá por conta disso”, diz Reis. Ele e o irmão Matias estão de volta. Maria, no entanto, aguarda o retorno de Ananias, há cinco anos em São Paulo. “Se fosse por mim, eles nunca tinham ido, mas querem dinheiro. Não posso privar. São de maior [maior de idade]. Mas, fico preocupada demais”, diz a mãe.

    Ir é fácil. Os chamados gatos são acessíveis na cidade, eles são responsáveis pela comunicação entre as empresas e os trabalhadores. “Toda sexta-feira sai um ônibus ali da avenida [BR - 222] cheio de gente e vai deixando. Deixa em Goiás, São Paulo, Mato Grosso do Sul, onde eles acham lugar para ir trabalhar”, diz Maria Helena da Silva, moradora de Pequi da Rampa e integrante da Cáritas, entidade vinculada à Igreja Católica, que atua no combate ao trabalho escravo na região.

    De acordo com Helena, os principais destinos são São José dos Campos (SP), para o corte da cana, e Ribeirão Preto (SP), para a construção civil. Outro destino comum é Rio Verde (GO). “Tem uma rua lá onde todo mundo é de Vargem Grande ou Nina Rodrigues [município vizinho]. Trabalham lá no que o pessoal de Goiás não quer de jeito nenhum. Aí eles chamam as pessoas do Maranhão”, diz. A principal atividade em que atuam é o abate de frango.
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  • Jacqueline Heluy Está neste texto de O Globo, Gilberto Lima??? Mostra, porque não vi. Repito: estou me referindo ao texto PRECONCEITUOSO que postei o link.
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  • Gilberto Lima Certamente, o repórter de O GLOBO tem conhecimento de todos esses números. Por isso, utiliza o Maranhão como referência de trabalho escravo em carvoarias, como um dos maiores fornecedores dessa mão de obra. E repórter tem que ser bem informado. Infelizmente, temos a mania de desconhecer ou ignorar aquilo que não nos interessa. Também somos preconceituosos. Achamos que só nós sabemos mais que os outros.
    há 6 horas · Curtir · 1
  • Lêda Lima Sinceramente, alguém aplaudir e concordar com todos os achincalhamentos que o Maranhão tem passado nas mãos da imprensa sulista é de uma burrice sem tamanho. Daqui a alguns anos mais tarde vão colher os frutos dessa sujeirada toda. Pra cá não virão mais turistas, empresas e pesquisadores... E depois, esses mesmos "maranhenses" que ajudaram a destruir a imagem do nosso estado, irão fazer o quê? Botar culpa em Sarney ??? Ora minha gente, prestem atenção em quem quer "quanto pior, melhor"! Está tão claro!!! Quanto pior o Maranhão parecer, mais votos um certo candidato vai ter!!! Apenas isso!!! E assim o Maranhão segue sendo esculachado pelo Sul, Sudeste e alguns maranhenses que compactuam com jogo "pelo poder, tudo se faz"!!!! É lamentável!!!!
  • Jacqueline Heluy Gilberto Lima, quando se publica uma matéria jornalística não existe o "certamente", você sabe disso. Os dados têm que estar ali, explícitos no texto com base em algum relatório oficial. O Maranhão foi jogado nessa matéria sem dado algum, apenas uma frase solta em negrito. Mas se você acha que não houve preconceito, então não vamos ficar discutindo. Eu faço críticas contra postura preconceituosa contra o Maranhão e os maranhenses de há muito tempo, viu? Não me movo por qualquer paixão momentânea. Basta fazer uma busca em posts antigos que vais comprovar. Um grande abraço.
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  • Lêda Lima Serena e tranqüila sua postura Jacqueline Heluy. Uma postura de quem realmente se preocupa com a imagem do estado em que nasceu... Se outras pessoas não conseguem enxergar o escancarado preconceito com o Maranhão, talvez seja porque realmente não quer ver!!! E se é assim, bom, que Deus tome conta!!! Estamos fazendo a nossa parte!!!
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  • Ana Rafaela Fonseca E eu so aprendendo com vc.
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  • Marden Ramalho Gilberto ja respondeu tudo. Quem não entendeu favor ler de novo e de novo e mais uma vez novamente. Abraço, Gil.
  • Lêda Lima Mais uma vez digo: quanto pior, melhor"! Esse é o lema de quem não tá nem aí pra o Maranhão!!! Só não ver quem não quer!!! Essa eleição de 2014... Que Deus tome conta!!!
  • Marden Ramalho Deus já tomou de conta: Fora Sarney!
  • Marcelo Vieira pow, Gilberto não força. estamos discutindo uma questão tecnica da matéria. o preconceito ta lá, impregnado na cabeça do cara. pq não citou os estados que ocupam os primeiros lugares nesse tema. o cara soltou a frase e o reporter já mal intencionado disse opa, Maranhão... e foi
    há 3 horas · Curtir · 2
  • Marden Ramalho Parabens ao Gilberto Lima pela transparencia na argumentação. simples assim.
  • Jacqueline Heluy Não adianta Marcelo Vieira, ele já entendeu, tenho certeza. Acontece que chegamos a uma situação em que ninguém pode ter visão critica de nada que é tomado como situação político partidária. A imprensa sulista é preconceituosa contra o Maranhão, sim, e não é de hoje. Eu mesma já sofri esse preconceito na condição de jornalista maranhense e já denunciei isso aqui. Não é de Deus que algumas pessoas estão precisando não, é de sessões de exorcismo para afastar seus próprios fantasmas ou quem sabe de um bom psiquiatra.
    há 3 horas · Curtir · 1
  • Marcelo Vieira Marden , ô Marden, não ta se discutindo se o maranhão é referencia ou não se tem caso de trabalho escravo ou não, é claro que tem. Mas são paulo é quem explora , sao os estados do pará , minas e mato grosso que lideram ... manda essa oposição burra, incompetente e corrupta contratar um advogado de são paulo para pedir a saída desses governantes. voces são uma graça. por isso que gilberto lima se decepcionou com jackson lago rsrsrsrs um abraço. nada contra vc Gilberto, vc é gente boa e grande profissional. cuidado Marden
    há 3 horas · Curtir · 2
  • Lêda Lima A burrice de alguns chega a gritar! Ô cidadão, estamos falando de uma matéria visivelmente preconceituosa, humilhante esculachando o teu estado também!!! Abre a cabeça e deixa de lado teu ódio pelo grupo Sarney! O nosso estado tá sendo linchado pela imprensa sulista porque Sarney apoiou Lula e apóia Dilma! Mas vcs não conseguem ver, né? Isso aí q falam daqui, não é por preocupação não, é pra derrotar o grupo de Lula !!! Ô povo abestado, dessa oposição fraca e vazia!!!
  • Marden Ramalho a questão é que marcelo e cia pensam que o fato de os jornais paulisttas destacarem o horror sarneista no Maranhão estes estão com preconceito contra os maranhenses. São Paulo explora porque o maranhão'exporta meu caro. e exporta em função da incompetencia de quem está no poder aqui. a oposição é inteligentíssima quando percebe a força do urso e a usa para evitar qualquer ataque. O PIG diz a verdade e os amigos de Sarney tentam dizer o contrario. É essa a questão central. a disputa dá-se em função do mal maior: José Sarney.
  • Marden Ramalho Sabemos disso sim, leda. isso é elementar. mas a questão é que o mal maior ainda persiste. a permanencia de uma turma que ja demonstrou claramente que esgotou sua criatividade. o que sobra são apenas os horrores que milhoes de brasileiros e cidadãos e ciodadas de outros paises assistem diariamente em tvs, blogs, jornais, etc. A luta contra o PIG é maior. por fim, quem ta sendo linchado não é o maranhão mas o grupo sarney no poder. simples, não?
  • Jacqueline Heluy Marden Ramalho, fatos têm que ser divulgados pela imprensa, não discordo disso, eu sou jornalista e já perdi as contas de quantas matérias sobre trabalho escravo no Maranhão eu já fiz, inclusive para Folha e Correio Braziliense quando fui correspondente. Mas essa matéria de O Globo que está no link o Maranhão foi inserido de forma preconceituosa sem nenhum dado, apenas com uma frase solta e de forma maledicente. E é a isso que me refiro, ficou claro? Se não, paciência ...
  • Lêda Lima Não, não é! Quando chego a São Paulo, muitos e eu digo muitos mesmo, se quer ligam o Maranhão a Sarney. Pessoas não ligadas a partidos, pessoas comuns nem lembram de Sarney, mas lembram de um Maranhão que aparece todos os dias na TV sendo esculhambado pela imprensa deles. E ainda tem maranhenses batendo palmas pra isso! Se a questão é política, então que se resolva nas eleições locais e não destruindo a imagem do nosso estado. Compactuar com essa palhaçada é de uma ignorância tão grande que chego a ter náuseas de nojo!!! A ambição desmedida da imprensa sulista pra derrubar Sarney por ele ser o aliado mais forte do governo PT usa próprios maranhenses... Derrubar Sarney, apenas trará força pra eles na eleição presidencial, só isso!! E o estrago na imagem do nosso estado já estará feito!!! Simples assim, né???
  • Marden Ramalho claríssimo. como água. elementar. mas ainda assim os paulistas não falam mentiras sobre o Maranhão. trabalho escravo e os horrores causados por essa turma são fatos cotidianos e muito bem conhecidos por qualquer um. não entendo como um preconceito como vc entende. me permita discordar. mas apenas uma constatação na medida em que dados do MTE apontam o Maranhão como responsável por mais de 40% da exportação de trabalhadpores escravos no Brasil.
  • Marden Ramalho o estrago ja foi feito pelo grupo há 47 anos. sempre que vou a são paulo, ou rio, a cantilena é contra o sarney e não contra os maranhenses. as noticias apenas confirmam a tese da maioria: O Maranhão precisa mudar. e mudar para melhor. Ademais, Dilma ganha aqui com ou sem sarney. e não será a queda de sarney que vai tirar a eleição de Dilma. simples, assim.
  • Jacqueline Heluy Então que colocassem os dados oficiais sobre o Maranhão na matéria e não apenas uma frase solta em negrito descontextualizada. Se a pauta nacional exige divulgar as mazelas do Maranhão, então que façam bem feito, ora... Quem sabe agora eles não publicam outra bem apurada, com dados. Talvez já estejam até fazendo isso para sair ainda hoje, ou amanhã... rsrsr.
    há 2 horas · Curtir · 1
  • Lêda Lima O problema de vcs é que esse discurso de 40 anos no poder, oligarquia e blá blá blá é tão "lugar comum"! Quer falar de candidatos novos então, vamos lá, começando com o Comunista-Mor Flávio Dino! Ele é o novo???? Que eu saiba ele é fruto de um esquema milionário do governo Zé Reinaldo, foi eleito a deputado federal com tantos votos em Tuntun-Ma sem nunca ter pisado lá né? Zé Reinaldo desviou tanto dinheiro nas eleições pra eleger o saudoso Jackson Lago e outros candidatos (Flávio é um deles) que foi preso, e Jackson perdeu o mandato! Flávio Dino foi inventado e criado com dinheiro desviado!!! Simples, não? Ele é o novo, mesmo???

Os maranhenses esperam no minimo que o superintendente venha a publico e se retrate pela ofensa e o preconceito contra o estado do Maranhão.

LEIA AQUI A REPORTAGEM NA INTEGRA
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Um comentário:

  1. NEM VALE A PENA COMENTAR..TODOS NÓS SABEMOS O PARDIEIRO QUE SE CONVERTEU AS INSTITUIÇÕES LIGADAS AO MTE

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Jornalista Abimael Costa

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