domingo, 4 de maio de 2014

Os números da oposição - José Sarney











Publiquei, há alguns dias, um artigo sobre a questão do mau uso das estatísticas. Algumas pessoas quiseram ver nele um ataque ao IBGE: agitação de vivandeiras. Minha preocupação não é com a instituição, uma das mais importantes do Brasil, mas com o manuseio de dados; e não sou o único com esta preocupação.

De uns anos para cá - depois de um governador cujo nome me recluso a declinar, porque é palavra feia -, quando foi feita uma campanha nacional sobre o Maranhão, como o estado mais pobre do Brasil, escolheram, entre dois mil índices do IBGE, uns três, que são ruins, para denegrir o Maranhão. A técnica dos marqueteiros era uma só: já que nada temos para atacar o Sarney, vamos atacar o Maranhão e debitar esses índices como responsabilidade dele.

Fizeram um desserviço muito grande a nossa terra, colocando nacionalmente o Maranhão na berlinda como exemplo das coisas que não prestam. Este sentimento não é compartilhado pelo povo maranhense, que tem orgulho de sua terra e de sua gente. Chegaram ao máximo de esquecer os cinco ônibus que queimam por dia em São Paulo, para criar um escândalo mundial com o incêndio de dois no Maranhão, numa vingança de bandidos e quadrilhas organizadas que nossa Polícia tem combatido com êxito.

O IBGE, responsável por esses números, tem sido criticado por suas inúmeras falhas. Lula criticou porque o IBGE disse que no Brasil havia mais obesos do que magros: três milhões de magros e 10 milhões de barrigudos e portanto o programa da fome era desnecessário. O ex-presidente do Branco Central, Chico Lopes, contestou seus números na área financeira, consumo das famílias e sobre setor de serviços.

A Anfavea, associação que congrega os fabricantes de automóveis, desmentiu que a venda de automóveis tinha caído e insistiu que seus números tinham aumentado. O senador Aécio Neves acusou a instituição de agir politicamente. A própria presidente, dra. Wasmália, reconheceu algumas deficiências, inclusive o desnível de salários de seus melhores técnicos, que eram disputados no mercado.

Assim é que eles dizem que nosso IDH, modelo que é feito para países ricos e não diz nada, é responsável pelo atraso maranhense. O Brasil é o 85º país do mundo em IDH. Contudo, ninguém diz que é o mais pobre e que Lula é responsável por isso. O Brasil é a 5ª economia mundial e está no topo do progresso. O Maranhão é o 16º estado do Brasil, na frente de Mato Grosso do Sul e uma pesquisa de opinião pública registra que 70% da sua população está feliz com sua vida.

Os pessimistas, que querem fazer política à custa do Maranhão, denegrindo-o, devem ter amanhecido roendo as unhas de raiva: a Petrobras DESCOBRIU PETRÓLEO E GÁS em Senador Alexandre Costa e outros quatro municípios. É o Maranhão avançando, ficando cada vez mais rico. Feliz está o povo com a notícia e infelizes os pregoeiros da desgraça e da terra arrasada, exercitando a mais arrasada de todas as políticas.

COLUNA DO SARNEY
04/05/2014
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