sexta-feira, 11 de março de 2016

Enquanto Flávio Dino persegue adversários o Maranhão afunda


 a crise não atinge os filiados ao PCdoB do Maranhão. “Os camaradas estão todos empregados. E não é só os dirigentes do partido, os familiares da atual esposa do governador estão todos empregados”, destacou Rocha. O deputado ressaltou que o governador está importando comunistas. “Eles estão ocupando cargos que poderiam ser exercidos por maranhenses”, destacou.









Em pronunciamento na tribuna da Câmara, o deputado federal Hildo Rocha (PMDB) disse que o governador Flávio Dino foi incapaz de atrair investimentos para o Maranhão. “Nunca os trabalhadores do Maranhão sofreram tanto quanto estão sofrendo no governo de Flávio Dino”, afirmou.

Mas, segundo o parlamentar, a crise não atinge os filiados ao PCdoB do Maranhão. “Os camaradas estão todos empregados. E não é só os dirigentes do partido, os familiares da atual esposa do governador estão todos empregados”, destacou Rocha. O deputado ressaltou que o governador está importando comunistas. “Eles estão ocupando cargos que poderiam ser exercidos por maranhenses”, destacou.

Professores desestimulados

Rocha disse que os professores da rede pública estão desestimulados porque o governador não concedeu o reajuste previsto na lei. O parlamentar ressaltou que o sindicato abandonou os professores porque toda a diretoria da entidade é composta por filiados ao PCdoB. “Em vez de estar do lado dos professores estão do lado do governador”, criticou.

Infraestrutura precária

O deputado lembrou que as estradas maranhenses estão acabadas. “Bilhões de reais aparecem entre os gastos com manutenção das estradas que na prática pratica a gente não vê”, declarou.

Exército de perseguidores

Hildo Rocha destacou que por mostrar ao país a realidade do governo Flavio Dino tem sido vítima de perseguições e calúnias. “Como sempre faz, Dino colocou o seu exército de perseguidores para me atacar. Como fui Secretário de Estado das Cidades, ele resolveu fazer auditorias nas contas de gestão da época em que fui secretário. Ocorre que as contas já haviam sido auditadas, até porque a legislação determina que no final de gestão seja realizada uma auditoria. A auditoria já havia comprovado que não houve nenhuma irregularidade, nenhum ilícito. Já na segunda auditoria eles se basearam em leis inexistentes à época em que fui secretário com o objetivo de me incriminar. Isso tudo para me prejudicar por eu criticar a atual administração”, afirmou.

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