sábado, 24 de junho de 2017

Quando será que o meio ambiente vai entrar na pauta de prioridades do município de Santa Inês?




Mãos a obra, Dra Vianey! 


- Por: *Neto Hadad -

Quando será que o meio ambiente vai entrar na pauta de prioridades do município de Santa Inês? Alguns problemas não podem mais esperar. Merecem solução definitiva. O principal deles é caso do destino final do lixo doméstico coletado na cidade. Convenhamos, não dá mais para improvisar inventando lixões nos quatro cantos do município. 

Os responsáveis pela administração municipal precisam urgentemente começar a pensar na construção de um aterro sanitário. Local onde o lixo possa ser reciclado e depositado adequadamente. 

Administrar a questão do lixo no município de Santa Inês equivale à dona de casa que administra o lixo da sua cozinha. Uma hora a lixeira esta abarrotada, começa a cheirar mal e a atrair moscas. É o limite para tirar o lixo dentro de casa. Assim é também com o município. 

E, por falar em meio ambiente, quantas árvores os responsáveis pelo loteamento que está sendo implantado no Bairro do São Benedito serão obrigados a plantar para compensar os danos ambientais que provocam com o desmatamento e aterro de áreas alagadas? Provavelmente Nenhuma, mas desde a Constituição de 1988 e, cada vez mais, o município tem papel importante na gestão do meio ambiente. Muitos gestores municipais já chamaram para si a responsabilidade de regular estas questões.

Já é muito comum pelo Brasil a fora que, ao liberar novos empreendimentos imobiliários, o município obrigue os responsáveis a plantar uma ou mais árvores na frente de cada um dos lotes. É garantia de clima melhor, mais oxigênio e mais saúde. Evita, por exemplo, a situação de calor, que inferniza a vida dos moradores da Vila Conceição. Um gigantesco conjunto habitacional popular sem uma árvore na paisagem. Quem planejou aquela unidade habitacional nunca pensou em quem iria morar ali.

No caso do loteamento do bairro São Benedito ainda tem tempo mas, se nada for feito, será o segundo grande empreendimento posto à venda para população de Santa Inês, nos últimos anos, sem uma única árvore na paisagem. O momento indica que passou do tempo de tratar as questões ambientais com maior prioridade. Mãos a obra, Dra. Vianey Bringel.





MÃOS A OBRA, DRA. VIANEY!

Quando será que o meio ambiente vai entrar na pauta de prioridades do município de Santa Inês? Alguns problemas não podem mais esperar. Merecem solução definitiva. O principal deles é caso do destino final do lixo doméstico coletado na cidade. Merecem solução definitiva. O principal deles é caso do destino final do lixo doméstico coletado na cidade. Convenhamos, não dá mais para improvisar inventando lixões nos quatro cantos do município. 

Os responsáveis pela administração municipal precisam urgentemente começar a pensar na construção de um aterro sanitário. Local onde o lixo possa ser reciclado e depositado adequadamente.


Administrar a questão do lixo no município de Santa Inês equivale à dona de casa que administra o lixo da sua cozinha. Uma hora a lixeira esta abarrotada, começa a cheirar mal e a atrair moscas. É o limite para tirar o lixo dentro de casa. Assim é também com o município. 

E, por falar em meio ambiente, quantas árvores os responsáveis pelo loteamento que está sendo implantado no Bairro do São Benedito serão obrigados a plantar para compensar os danos ambientais que provocam com o desmatamento e aterro de áreas alagadas? Provavelmente Nenhuma, mas desde a Constituição de 1988 e, cada vez mais, o município tem papel importante na gestão do meio ambiente. Muitos gestores municipais já chamaram para si a responsabilidade de regular estas questões.

Já é muito comum pelo Brasil a fora que, ao liberar novos empreendimentos imobiliários, o município obrigue os responsáveis a plantar uma ou mais árvores na frente de cada um dos lotes. É garantia de clima melhor, mais oxigênio e mais saúde. Evita, por exemplo, a situação de calor, que inferniza a vida dos moradores da Vila Conceição. Um gigantesco conjunto habitacional popular sem uma árvore na paisagem. Quem planejou aquela unidade habitacional nunca pensou em quem iria morar ali.


No caso do loteamento do bairro São Benedito ainda tem tempo mas, se nada for feito, será o segundo grande empreendimento posto à venda para população de Santa Inês, nos últimos anos, sem uma única árvore na paisagem. O momento indica que passou do tempo de tratar as questões ambientais com maior prioridade. Mãos a obra, Dra. Vianey Bringel.

*Wady Hadad Neto é jornalista e ex-chefe de gabinete da prefeitura de Santa Inês 


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Clinica Santo André

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