Polícia mantém caçada ao assaltante Cigano, resgatado do Socorrão

Retrato do criminoso é divulgado para facilitar informações por meio do Disque-Denúncia


O Disque-Denúncia do Maranhão divulgou, ontem, em sua galeria de "criminosos procurados" a foto do cigano Antônio Carlos Sobral Rocha, que estava preso e internado no Hospital Municipal Clementino Moura (Socorrão II), no bairro Cidade Operária, mas foi resgatado na tarde de segunda-feira, 2. Cigano, como é mais conhecido, foi baleado por inimigos durante uma emboscada no município de Miranda do Norte, onde mora; e preso ao receber atendimento médico, já que tinha a seu desfavor um mandado de prisão preventiva, pelo fato de vir ameaçando de morte o delegado do município de São Mateus, Henrique Rodrigues de Sousa.




Antônio Carlos Sobral Rocha, ainda de acordo com a Polícia Civil, é considerado um dos bandidos mais perigosos da Região dos Cocais, com participação em vários assaltos a bancos no interior do Maranhão.

A internação de Cigano, no Socorrão II, aconteceu terça-feira, 28, depois que três homens armados, em um Gol preto, o cercaram e dispararam tiros de pistolas calibre ponto 40. Ferido, o foragido da Justiça passou a ser caçado em vários hospitais da região, por investigadores da cidade, e só foi localizado quando era transferido para a capital.




O resgate cinematográfico do criminoso foi feito por três homens armados, em duas motos. Segundo policiais militares do 6° Batalhão, os bandidos aproveitaram o fato de só haver um policial militar de plantão na unidade médica, e invadiram o hospital pela Avenida Tancredo Neves. Lá, eles renderam o vigilante e o agrediram fisicamente. Em seguida, libertaram o assaltante, que estava algemado na maca, no meio do corredor. Baleado no braço, o assaltante de banco foi levado na garupa de uma das motos, por um dos cúmplices. A polícia informou que, dias antes de ser resgatado, familiares de Cigano chegaram a oferecer R$ 15 mil para que funcionários do hospital facilitassem a fuga do criminoso.




Qualquer informação sobre o paradeiro do acusado deve ser repassada ao Disque-Denúncia. Na capital, o telefone disponível é (98) 3223-5800; enquanto no interior, as denúncias podem ser repassadas pelo 0300-313-5800.

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