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Parabéns Arari - Álvaro Batalha Jardim





Conquistamos nossa emancipação política por meio da Lei Provincial n° 690, de 27 de junho de 1864, assinada pelo então presidente da Província do Maranhão.

O primeiro cidadão eleito com a denominação de prefeito foi o senhor Antônio Anísio Garcia, no dia 1° de setembro de 1921; o segundo foi Mateus Vieira de Oliveira, eleito e, 1925, seguido de Cipriano Ribeiro dos Santos, que teve o mandato interrompido pela ditadura de 1930. Daí em diante, houve uma sucessão de prefeitos nomeados pelo regime do Estado Novo.

Em 1912, Arari sustentava a posição de menor município do Maranhão. O Decreto-Lei estadual, n° 159, de 6 de dezembro de 1938, assinado pelo interventor Paulo Martins de Sousa Ramos, aumentou o território de Arari, dando-lhe a maior extensão de sua história. Mas, a partir de 1952 Arari passou a perder território.

No início do século XX, Arari recebeu uma leva de sírio-libaneses, das regiões de Zahle, Homs e Remis (entre nós, eram denominados, pejorativamente, de carcamanos, ou elogiosamente de italianos. Rapidamente se entrosaram com a sociedade local e sobressaíram-se no campo econômico, por meio do comércio; posteriormente, na navegação fluvial; e, por último, na política.

Em 1831 foi ordenado o primeiro sacerdote nascido em Arari: Pe. José Lourenço Bogéa, filho de Lourenço da Cruz Bogéa.

Em 26 de setembro de 1943 é fundado o primeiro clube de futebol devidamente organizado: Arari Footeball Clube.

Na manhã do dia 16 de agosto de 1962, encalhou, no Curral da Igreja, uma baleia preta, medindo aproximadamente 12 metros, com altura que excedia a um homem em pé. Deveria tratar-se de uma jubarte que subira o Mearim na força da maré enchente de lua cheia, não conseguindo ultrapassar a grande lajem ali existente.



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