Pesquisa turbina uma candidatura?




Eu tinha um amigo no curso de filosofia que dizia que não conseguia trabalhar sem conceituar. Partindo desse princípio tão importante no estudo filosófico é que vou conceitar a palavra turbina. Turbina é o que movimenta ou dinamiza algo. Essa pergunta que é feita no titulo deste texto é sempre recorrente para os eleitores. Um questionamento que se justifica, diante de tantas pesquisas e de tantos institutos de pesquisas, o que torna muito difícil saber separar o joio do trigo, o instituo sério do nada confiável. O que caba por colocar todos os institutos de pesquisas num mesmo balaio, embora eu particularmente reconheça que existem aqueles sérios, aqueles que pretendem se estabelecer como uma empresa confiável.



“As pesquisas caridosas”


São aquelas que são feitas com o intuito deliberado de favorecer esse ou aquele candidato, que não consegue deslanchar na corrida sucessória. Fazer pesquisa custa caro, e é ai que mora o grande mistério. Qual o interesse que existe de parte dos veículos de comunicação em realizarem a toda hora pesquisas, quando eu e as torcida do Flamengo e do Corinthians sabemos que a saúde financeira dos nossos veículos de comunicação não é das melhores?


Não existe polarização entre 1º e 3º colocado


Um candidato que ocupa a terceira ou a quarta colocação nas pesquisas não pode querer polarizar com o primeiro colocado. Esse é um fenômeno novo da política nacional, um criação dos nossos marqueteiros, uma tentativa desesperada de quem está atrás nas pesquisas de se apresentar como uma candidatura viável com potencial para vencer. Mas isso não é lógico. Lógico é quem está em terceiro lugar, tentar ultrapassar quem está colocado imediatamente a sua frente. 

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