Secretários Max Barros e Olga Simão vistoriam obra da Biblioteca Benedito Leite nesta quinta



   Os secretários de Estado de Cultura, Olga Simão, e de Infraestrutura, Max Barros, vistoriaram, nesta quinta-feira (16), a conclusão das obras de Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL), que fica na área da Praça Deodoro, em São Luís. O trabalho, que envolve investimento de R$ 5,2 milhões, faz parte do calendário de atividades do Governo do Maranhão em comemoração aos 400 anos de São Luís, a ser celebrado no próximo dia 8 de setembro.

A reforma completa da Biblioteca Benedito Leite, que funciona há mais de 62 anos, segundo Olga Simão, vai proporcionar ao público, em especial os estudante, um ambiente confortável, para estudos, e pesquisas.  "As novas instalações contarão, inclusive, com adaptação para atender às necessidades dos portadores de necessidades especiais", destacou.

A biblioteca, também, terá elevadores para atender pessoas com dificuldades de locomoção, cabeamento para parte lógica, de informática e totalmente climatizada. Além do prédio principal, onde fica arquivada a maior parte do acervo, a reforma prevê melhorias estruturais no prédio anexo. O primeiro tem mais de 62 anos e necessita de cuidados redobrados; o segundo, apesar de mais recente, já tem 23 anos e nunca sofreu nenhuma intervenção de maior porte.

Acervo histórico

   Enquanto o prédio da Biblioteca Benedito Leite passa por reforma, grande parte do acervo está à disposição dos interessados em prédio na Rua do Egito, no Centro de São Luís. O local funciona das 8h às 18h, oferecendo para consulta um acervo de 10 mil livros dos setores de braile, infantil, municipalização, processamento técnico, literatura brasileira e maranhense, informática, escritório de direitos autorais e a administração do órgão, além dos programas de incentivo à leitura e de capacitação.

A BPBL reúne acervo de cerca de 160 mil peças, entre livros, obras raras, revistas, manuscritos, periódicos, jornais e fotografias. Possui obras de arte, coleções de periódicos maranhenses, desde a independência (1822), manuscritos do século XVIII e amplo acervo referente à história política do Maranhão.

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