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Morte de funcionária do TJ leva Vigilância Sanitária do Maranhão a proíbir a venda de Noz da Índia


A  Vigilância Sanitária do Maranhão só agiu depois que a morte da funcionária do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), Rachel Cristina Ferreira Araujo repercutiu na mídia e tomou conta das redes sociais. Ou seja, agiu sobre pressão. 


Rachel Araújo, 54, teria morrido por conta de complicações causadas pelo uso do medicamento (NOZ DA ÍNDIA), usado para emagrecer. Mesmo não tendo registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, (ANVISA), o produto é vendido livremente em São Luís.

Familiares de Rachel registraram  boletim de ocorrência no plantão central de polícia civil do Centro, e também protocolaram documento  na Secretaria de Estado da Saúde denunciando que professora morreu na Unidade de Pronto Atendimento do Vinhais,(UPA) após ter iniciado um tratamento para emagrecer a base do medicamento (NOZ DA ÍNDIA).




Nesta quarta-feira (18), A Superintendência de Vigilância Sanitária do Maranhão (Suvisa) determinou a suspensão da comercialização do produto, e a suspensão imediata do consumo.


NOTA

A Superintendência de Vigilância Sanitária do Maranhão (Suvisa) determina a suspensão da comercialização do produto Noz da Índia, tendo em vista os relatos recentes de pessoas doentes e uma notificação de óbito, em investigação. A Suvisa informa que o produto, indicado para emagrecimento, não possui comprovação da eficácia e da segurança do seu uso, além de não possuir registro no Ministério da Saúde.

A Superintendência alerta, também, para a suspensão imediata do consumo da Noz da Índia. Nos casos de pessoas que adoeceram após uso do produto, as autoridades sanitárias do município ou do Estado devem ser notificadas para as providências cabíveis. Por fim, a Superintendência esclarece que por se tratar de produto sem registro, os estabelecimentos que estão comercializando a Noz da Índia estarão sujeitos às penalidades sanitárias previstas em lei.

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