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FENAJ, ANJ e Abert repudiam agressão policial contra repórter fotográfico de O Estado



A agressão policial contra o repórter fotográfico Paulo Soares, do jornal O Estado do Maranhão, no exercício de sua profissão, na manhã da segunda-feira, 6, em São Luís, foi repudiada por organizações como a Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, Associação Nacional de Jornais (ANJ), e a Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert). 

Além de se solidarizar com o repórter fotográfico vítima de violência estatal, a FENAJ pede a identificação do agressor e sua devida punição. NA NOTA a FENAJ  lamenta profundamente que policiais sejam os principais agressores de jornalistas no Brasil e, mais uma vez, pede publicamente que o Governo Federal e os governos estaduais estabeleçam protocolos de atuação para as forças de segurança, no sentido de evitar que novas agressões ocorram.





Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ repudia a agressão cometida por um policial militar contra o repórter fotográfico Paulo Soares, do jornal O Estado do Maranhão. O jornalista estava no exercício de sua profissão ao registrar, por imagens, o protesto popular ocorrido na manhã da segunda-feira, 6 de novembro, no bairro João Paulo, em São Luís, ao ser agredido por um policial do Batalhão de Choque que, pela força, tentou impedir o registro e também danificar o equipamento utilizado pelo repórter fotográfico.

A FENAJ lamenta profundamente que policiais sejam os principais agressores de jornalistas no Brasil e, mais uma vez, pede publicamente que o Governo Federal e os governos estaduais estabeleçam protocolos de atuação para as forças de segurança, no sentido de evitar que novas agressões ocorram.

A FENAJ solidariza com o repórter fotográfico e pede a identificação do agressor e sua devida punição.

Brasília, 7 de novembro de 2017

Diretoria da FENAJ





A Associação Nacional de Jornais (ANJ) protesta contra a agressão do soldado da Polícia Militar contra o repórter fotográfico Paulo Soares, do jornal O Estado do Maranhão. O fotógrafo foi impedido com violência de exercer sua atividade profissional, numa demonstração de total incompreensão do papel dos jornalistas. Ao agredir Paulo Soares, o soldado atingiu o direito de imprensa de noticiar os fatos de interesses dos cidadãos e atingiu também o direito dos cidadãos de serem livremente informados. A ANJ espera que as autoridades identifiquem e punam o agressor, nos termos da lei. A impunidade nesses casos atenta contra a liberdade de imprensa. 


NOTA DE REPÚDIO – ABERT

A Associação Brasileira de Empresas de Rádio e Televisão (Abert) repudia com veemência a agressão sofrida pelo repórter fotográfico Paulo Soares, do jornal O Estado, durante cobertura de um protesto de moradores por melhorias na infraestrutura da Rua da Vala, em São Luís, na manhã desta segunda-feira (6). O fotojornalista registrava imagens da prisão de um manifestante quando foi agredido com um soco por um policial militar.

A câmera fotográfica foi derrubada e o profissional sofreu uma luxação na mão. Apesar de se identificar como imprensa, o PM insistiu em impedir o trabalho o repórter fotográfico. Qualquer tentativa de proibir a atuação de profissionais da comunicação viola o direito constitucional da sociedade de acesso à informação de interesse público. Ações policiais como esta demonstram o desconhecimento do real papel da imprensa. A Abert pede a apuração dos fatos e a punição do responsável, além de uma melhor preparação dos agentes públicos no trato com os jornalistas.


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