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Parturiente de 15 anos, morre em UTI, 09 dias depois de dar entrada em hospital de Pirapemas ,


Como explicar que em tempos pós modernos, com todos os avanços científicos, tecnológicos e sociais, presentes no século XXI, jovens adolescentes ainda morram vítimas de complicações pós parto?

Morreu na tarde desta terça-feira (02), em uma UTI do Hospital Macrorregional de Coroatá, depois de NOVE dias de sofrimento, a adolescente de 15 anos de idade que em 25 de março último,  deu entrada no hospital público municipal de Pirapemas, grávida de nove meses.

Sentindo dores de parto, Yara procurou a casa de Saúde esperando sair dali com o seu filho nos braços, mas o que se seguiu foi uma sequência de acontecimentos nebulosos e ainda não explicados pela Secretaria de Saúde de Pirapemas que terminaram com a morte de mãe e filho.


Familiares e amigos da jovem choram a morte de mãe e filho; e, cobram além de uma explicação, que sejam apuradas as responsabilidades. Afinal não pode passar despercebido ou ser simplesmente ignorado uma tragédia desta magnitude.

O ministério público e a defensoria pública têm o dever de apurar os fatos e dar uma resposta a sociedade. 

Estamos retrocedendo? de quem é a culpa? a quem deve ser atribuída responsabilidade por tamanha perda? 

Ou o caso cairá no esquecimento e Yara será apenas mais um número na fria estatística de adolescentes parturientes mortas nas unidades de saúde? 

Vale ressaltar que é dever do Estado assegurar o direito à vida e a dignidade da pessoa humana.



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