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Famem defende a manutenção da identificação biométrica nas eleições 2020


“O mesmo dedo da biometria vai tocar nas teclas do urna eletrônica, vai pegar na caneta para assinar. Queremos um processo eleitoral com todas as garantias e menor probabilidade de fraudes, que traduza a vontade da maioria”


A Federação dos Municípios do Estado do Maranhão se manifestou contrária a decisão do TSE de excluir a biometria nas eleições municipais 2020. O presidente da Famem defende que o Tribunal Superior Eleitoral mantenha a identificação biométrica no processo eleitoral.  No entendimento de Eric Costa, não deve haver retrocesso na conquista da lisura do processo, garantido com auxílio da biometria e de outras ferramentas tecnológicas.


“Nós não podemos abrir mão agora dessas ferramentas, desses mecanismos, que  traz segurança para o processo eleitoral. É preciso que a Justiça Eleitoral reconheça se há ou não condições de realizar as eleições”, afirma o presidente da Federação. 


A Famem vai mobilizar outras federações e associações de gestores do país para que o Tribunal Superior Eleitoral reveja a decisão de suspender a identificação biométrica no processo eleitoral de 2020.  


O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, decidiu suspender a identificação biométrica nas eleições 2020, após ouvir os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein. Segundo o protocolo de segurança, a identificação pelas digitais pode aumentar a chance de  contaminação, já que o leitor não pode ser higienizado com frequência. Além disso, esse tipo de identificação demora mais, o que contribui para formar filas e aglomerações.


O presidente da Famem, Eric Costa rebate o argumento do TSE para suspender a identificação biométrica, e afirma que o uso da biometria afasta qualquer possibilidade de fraude com utilização de título de eleitor por terceiros no processo. Por meio da impressão digital o eleitor comprova ao mesário ser dele o título que apresenta na secção eleitoral da  zona  em que exerce seu direito inalienável.


“O mesmo dedo da biometria vai tocar nas teclas do urna eletrônica, vai pegar na caneta para assinar. Observamos isso com muita preocupação e lamentamos fragilizar. Queremos um processo eleitoral com todas as garantias e menor probabilidade de fraudes, que traduza a vontade da maioria”, argumenta Eric Costa.



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