Professor acredita ter encontrado a fórmula que triplicará o número de gols no futebol


Por: Abimael Costa

O futebol está muito previsível e milhões de fãs do esporte mais popular do mundo já conjecturam coisas como: “Quando o dinheiro vence a tática, o futebol perde”.

 Certamente na cabeça de milhões dos chamados boleiros e torcedores raiz paira uma opinião sobre qual regra do futebol deveria ser mudada para dar mais dinamismo ao jogo e, ao mesmo tempo, torná-lo mais igualitário. E aí? Qual regra do futebol deveria ser mudada? 

A última modificação significativa no regramento do futebol ocorreu em 2002, a partir de então, o goleiro não pôde mais pegar com as mãos as bolas recuadas com o pé. Portanto, há vinte e três anos o futebol está engessado na mesmice, e com a ultra digitalização a coisa ficou ainda mais preocupante. 

Milhares de brasileiros, loucos por futebol, sonham com regramentos que tornem o seu esporte preferido mais fluído e igualitário, um deles é o professor, jornalista e desportista inquieto, Léo Freire Filho. Ele desenvolveu um conjunto de repaginadas em duas regras do futebol, que, segundo ele, dará mais fluidez e nivelará sensivelmente o jogo, aumentando o número de gols, e que por tabela, valorizará os chamados operários da bola, maioria esmagadora dos atletas que fazem deste o esporte mais popular do mundo. 


UM LATIFÚNDIO SEM IMPEDIMENTO O professor desnuda sua tese advogando a criação de uma “zona livre de impedimento”, que ele denominou de “Zona Verde”. Nesse contexto e regra do impedimento só existiria no chamado “ultimo terço de cada lado do campo”, mesmo assim se o corpo do atacante na ação estiver “100% à frente do penúltimo defensor”. Só isso aí já seria algo revolucionário, mas o veterano desportista advoga também que o “arremesso lateral passe a ser cobrado com o pé”, uma forma de “espraiar o jogo” pelo novo latifúndio, descompactando as linhas de marcação.

EFEITOS PRÁTICOS NO JOGO Esse novo cenário ligará o modo turbo do Futebol Total, único estilo de jogo que consegue nivelar os times pequenos com os gigantes da modalidade, um sistema em que o super craque é um vigoroso jogo coletivo, ou seja: será inaugurado um novo tempo no qual o jogador operário crescerá em importância.


Segundo o professor, esse tripé: a Zona Verde, o arremesso lateral sendo cobrado com o pé e a nova feição da regra do impedimento, farão nascer duas novas realidades, bem como duas novas necessidades. Será uma feliz realidade para os reis da arquibancada, que agora assistirão à 70 (setenta) minutos de bola rolando, ao invés dos atuais 58 (cinquenta e oito) e o triplo de gols a que estavam acostumados. 

Por imposição da Zona Verde, para dinamizar essa nova realidade, o mundo da bola deverá se acostumar a duas necessidades inevitáveis: 


1 - A inclusão do décimo primeiro jogador de linha. 

2 - A inclusão de um segundo árbitro central, pois o campo se agigantou e apenas um não daria conta de acompanhar as jogadas. 

O professor Léo Freire Filho compilou essas ideias num e-book denominado “Futebol Sem Davi e Sem Golias, como a tática pode vencer o dinheiro”, já disponível na plataforma Hotmart. 


Ele já formula um abaixo assinado por via digital que dará legitimidade popular quando as suas sugestões forem protocoladas junto à CBF. O e-book traz também: um novo regramento para as cobranças de pênaltis e o fim da perigosa jogada chamada “carrinho”, essa usina de contusões perpetrada contra os que teimam jogar o futebol em pé. 


O veterano professor Léo Filho, orgulha-se em dizer que é “cria do esporte”. Foi pentacampeão dos JEMS como ginasta, trocou passes qualificados no FUTSAL e atuou em times amadores como um mediano meio-campista, entretanto, o seu ato de retribuição a tudo que o esporte lhe proporcionou, foi ter estado à frente da sua própria escolinha comunitária de futebol por dez anos, onde três gerações de jogadores passaram em suas mãos, na cidade de Miranda do Norte. 


Indagado sobre a impossibilidade gigante do seu pleito, devido ao perfil conservador da FIFA e as raríssimas modificações nas regras do futebol nas últimas duas décadas, ele cita o Mandela, que uma vez disse que: “O impossível é apenas uma coisa que alguém foi lá e fez”.

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