Por que voto em Júnior Lourenço para deputado federal

 

Por Abimael Costa

Aos 61 anos de idade, pai de quatro filhos, avô de dez netos e bisavô, casado desde 1982, construí em Miranda do Norte não apenas minha residência, mas grande parte da minha história pessoal, familiar e profissional.

Nasci no povoado Livramento, então pertencente ao município de Coroatá, e cheguei a Miranda do Norte em 1971, ainda criança, aos cinco anos de idade. Filho de Antônio Crente e Raimunda Costa, cresci nesta terra, onde estabeleci minhas raízes, formei minha família e exerço minhas atividades profissionais.

Sou jornalista com formação superior em Comunicação Social – Jornalismo e especialização em Assessoria de Comunicação. Ao longo de décadas de atuação na comunicação, acompanhei diferentes momentos da história política, administrativa, social e cultural de Miranda do Norte e da região.

Recebi da Câmara Municipal o título de Cidadão Mirandense do Norte e fui agraciado com a Medalha Raimundo Abraão Bezerra, maior honraria concedida pelo Legislativo Municipal.

No jornalismo, atuo como editor-chefe do Miranda do Norte Notícias, titular do Blog Abimael Costa e articulista do Ponto de Vista, produzindo conteúdo jornalístico de alcance local, regional e estadual. Paralelamente, cultivo minha relação com as letras como cronista, poeta, contista e articulista, além do permanente interesse pela filosofia.

Faço esse breve registro biográfico porque considero necessário estabelecer de onde falo e em que condições manifesto minha posição.

Não tenho filiação partidária. Afastei-me da militância política e preservo minha independência como jornalista. Isso, entretanto, não significa abrir mão da condição de cidadão, eleitor e homem que possui convicções. Independência não é ausência de opinião. É, sobretudo, a responsabilidade de deixar claro quando se informa e quando se manifesta uma posição pessoal.

É nessa condição que afirmo: meu voto para deputado federal é em Júnior Lourenço.

Um representante de Miranda do Norte

Minha decisão não se fundamenta apenas em amizade, proximidade ou identidade territorial. Está relacionada à trajetória política e, principalmente, à presença e à atuação que reconheço em favor de Miranda do Norte.

Filho desta terra, Júnior Lourenço nasceu e cresceu em Miranda do Norte. Com formação em Ciências Contábeis, iniciou uma trajetória política que o levou à Prefeitura Municipal, sendo eleito prefeito pela primeira vez em 2008 e reeleito em 2012.

Posteriormente, seu grupo político manteve protagonismo nas eleições municipais de 2016, 2020 e 2024. Em 2018, Júnior Lourenço ampliou sua atuação para o cenário nacional ao conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados, sendo reeleito deputado federal em 2022.

Ao longo dessa caminhada, consolidou-se como articulador político e liderança com trânsito no cenário estadual e nacional.

Mas há uma característica que, para mim, possui peso especial: a presença.

Miranda do Norte conhece bem políticos que aparecem em períodos eleitorais, pedem votos, fazem promessas e desaparecem tão logo as urnas são fechadas. Essa velha prática ajudou a alimentar a descrença da população na política.

Com Júnior Lourenço, reconheço uma relação diferente.

Independentemente de estar ou não em período eleitoral, ele mantém vínculos com Miranda do Norte, acompanha as demandas do município, dialoga com lideranças e com a população e participa das discussões relacionadas aos interesses da cidade.

É um deputado que pode ser encontrado em Miranda do Norte não apenas quando precisa do voto do eleitor, mas também quando o município precisa da presença e da articulação de seu representante em Brasília.

E isso precisa ser considerado.

A política deve produzir resultados


Não acredito em políticos perfeitos. Eles não existem.

Também não considero saudável transformar representantes públicos em figuras acima da crítica. Todo agente político deve ser fiscalizado, cobrado e submetido permanentemente ao julgamento da sociedade.

Meu apoio, portanto, não significa cheque em branco, submissão política ou renúncia ao direito de criticar.

Significa reconhecer uma trajetória e fazer uma escolha.

A política precisa ser avaliada por sua capacidade de transformar representação em resultados concretos para a população. Um deputado federal deve utilizar seu mandato, sua capacidade de articulação e sua presença institucional para defender os municípios que representa e contribuir para melhorar a vida das pessoas.

É sob esse critério que avalio a atuação de Júnior Lourenço.

Miranda do Norte possui algo que muitos municípios brasileiros desejariam ter: um filho da própria terra ocupando uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Isso, por si só, não seria suficiente para justificar um voto. Naturalidade não pode substituir competência, trabalho ou compromisso.

Mas quando a identidade com o município vem acompanhada de presença, articulação política e defesa dos interesses locais, passa a existir uma razão legítima para que o eleitor examine essa representação com atenção.

Por que voto em Júnior Lourenço


Voto em Júnior Lourenço porque reconheço sua atuação em defesa dos interesses de Miranda do Norte.

Voto porque considero importante que o município mantenha uma representação política com acesso aos espaços de decisão em Brasília.

Voto porque, em minha avaliação, sua trajetória demonstra capacidade de articulação e compromisso em continuar trabalhando por Miranda do Norte e pelo Maranhão.

E voto, sobretudo, de maneira consciente e independente.

Não estou filiado a partido político. Não retorno à militância. Não abdico da independência necessária ao exercício do jornalismo e tampouco transformo minha escolha eleitoral em obrigação para quem me acompanha, lê meus textos ou respeita meu trabalho.

Depois de décadas acompanhando a vida pública de Miranda do Norte, conhecendo seus avanços, dificuldades, personagens e desafios, considero legítimo declarar publicamente meu voto e explicar as razões que o sustentam.

Meu voto para deputado federal é em Júnior Lourenço.

Não por imposição partidária.

Não por conveniência eleitoral.

Mas por uma escolha pessoal, consciente e fundamentada naquilo que acompanhei ao longo dos anos: sua presença, sua trajetória política e sua atuação em defesa de Miranda do Norte.

Na democracia, tão importante quanto ter o direito de escolher é ter coragem e responsabilidade para explicar por que se escolhe.

Abimael Costa - Jornalista, cronista e articulista

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