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Marido que matou esposa a pauladas em Pindoval é condenado a 21 anos de prisão


Um ano e seis meses depois de assassinar a esposa, Claudiane Rodrigues Pereira, de 25 anos, utilizando-se de uma mão de pilão para desferir vários golpes contra a cabeça da vitima, com quem era casado e tinha dois filhos; José Domingos Lopes, de 27 anos, foi condenado na ultima quarta-feira (03), pelo Tribunal do Júri Popular da Comarca de Itapecuru-Mirim, a uma pena de 21 anos de reclusão a ser cumprida inicialmente em regime fechado na Unidade Prisional de Itapecuru-Mirim, onde o condenado se encontra preso desde o dia do feminicídio.

A DINÂMICA DO ASSASSINATO  

O crime bárbaro aconteceu por volta de meio dia da quarta-feira (31 de janeiro),  na Rua do Sol, em Pindoval, município de Miranda do Norte, local onde o casal  morava. A tragédia chocou a população da região. SAIBA MAIS

Conforme informações da polícia José Domingos Lopes, 26 anos, - o Zé Domingos - utilizando-se de uma mão de pilão desferiu vários golpes contra a cabeça de Claudiane Rodrigues Pereira, de 25 anos, com quem era casado e tinha dois filhos. A vítima foi morta de forma covarde, já que não teve nenhuma chance de defesa.  Após o crime, Zé Domingos tomou rumo ignorado.  

Segundo populares o casal estava separado, Zé Domingos não aceitava a decisão de Claudiane de dar um fim no relacionamento e teria assassinado a esposa por não se conformar com a separação.  

PRISÃO DO ACUSADO

Zé Domingos foi capturado por policiais Civis de Miranda do Norte, no meio da tarde da quarta-feira (31). O suspeito foi localizado na rua São Pedro em Miranda do Norte. Uma denuncia anônima levou a polícia até o acusado.SAIBA MAIS

Conforme informações da Policia Civil, o acusado já havia sido preso antes por ameaça a Lei Maria da Penha. O crime teria sido motivado por vingança, já que 
o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.

Jose Domingos Lopes foi então atuado em flagrante pelo crime de feminicídio e encaminhando a UPR - Unidade Prisional de Ressocialização de Itapecuru-Mirim.

SOBRE O JULGAMENTO 

No julgamento desta quarta-feira(03), o Ministério Público foi representado pelo promotor de justiça Igor Adriano Trinta Marques, que sustentou as teses das qualificadoras de motivo fútil e condição do sexo feminino para a prática do delito, acatadas pelos jurados.

O júri foi presidido pela juíza Edeuly Maia Silva, titular da 3ª Vara da Comarca de Itapecuru-Mirim. A defesa foi representada pelo defensor público Vítor de Sousa Lima.

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